A Antari 18 é mais uma das naves feitas pela Antari, sucessora da Nasa que trabalha com engenharia física, o modelo não é o 18° embora tenha o número no nome.
A Antari 18 é uma das naves mais rápidas já criadas, capaz de ir a 400KM/S tendo 138 quilômetros de comprimento, 42 de altura e 78 de largura, é um veículo de Guerra produzido principalmente para espionagem, tem blindagem capaz de suportar impactos de bombas atômicas e trazer registros intactos
Uma das poucas movidas 100% a Diesel, com corpo mais peculiar que outras naves por ser espelhado, refletindo o céu embaixo da nave, tornando ela praticamente invisível vista de longe, sendo sua maior fraqueza se aproximar do chão, refletindo o chão e denunciando sua presença, no céu em boa distância a luz bate em todas as direções refletindo o céu, e se adequado, não deixa nenhuma sombra
A nave tem 2 formas de funcionar, a primeira delas a eletromagnética, ela possui placas pelo corpo funcionando como ímãs, dentro da Antártica flutua em placas metálicas que também funcionam como ímãs, o chão empurra a nave para cima e a nave para baixo
Isso permite ela fazer o que poucas fazem sobrevivendo, que são acrobacias, inclinando o corpo, girando, dando mortal e andando de cabeça pra baixo, pode parar, inclinar o corpo e ficar reta para cima
A forma como os campos se movem altera a forma que a nave se move, como para freiar o chão puxa para baixo com forças extremas e a nave tenta fugir para cima
A segunda é almofada de ar, basicamente ar assoprando a nave para cima, esse que sai das laterais do casco, não por tubos, não é visível o ar saindo, mas dura pouco, faz um barulho estrondoso e não possui força suficiente para fazer acrobacias de forma sustentável, porém pode andar fora da Antártica e até no espaço, mesmo que devastando tudo que existir embaixo
Curiosamente um evento raro, a Antari 18 foi feita por uma mulher, o propósito não era ser uma arma de Guerra e sim de sobrevivência
A planta original era para funcionar como uma nave cargueira, usaria o campo eletromagnético do planeta contra a nave para voar assim como a Antari 4 faz, em situações de Guerra cidades inteiras poderiam ser evacuadas, levando pertences, carros e coisas grandes valiosas
Um dos usos comuns dela na Guerra é ser um Kamikaze Imortal
Se lançando contra prédios, usinas, cidades, estações e bunkers, a carcaça muitas das vezes sobrevive a vários impactos antes de se soltar, demorando até o motor ou componentes ficarem danificados o suficiente para destruir a nave
Os faróis também podem facilmente ser usados para cegar uma cidade inteira e estourar sensor de câmeras, mesmo que raramente usado assim
Elas não possuem armas de fogo, apesar do tamanho todas são boas em uma coisa, economia, gastam menos que 50.000.000 litros de Diesel por minuto
Usando vários motores espalhados pelo corpo aleatoriamente em cada produção, tanto para que inimigos não saibam onde atacar assim como a tripulação não possa sabotar
Cada um pode ter até 200 metros de comprimento, 90 de largura e 150 de altura, com o mesmo mecanismo da Antari 4 de economia
Conforme o motor balança, seu próprio peso gera energia, vibrando em placas piezoelétricas e pulando em plataformas convertendo o movimento, essas que são propositalmente feitas para funcionar como um pula-pula contidas em blindagem
Evitando acidentes históricos do motor voando para fora da nave, batendo no chão causando terremotos, partindo a nave ao meio ou simplesmente alguém indo lá tentar tocar
Uma das perguntas mais feitas durante sua produção é, por quê usar Motor a Diesel?
A resposta simples como a de muitas máquinas é, facilita compactar o motor, gasta menos recursos, é barato
E muitos talvez não pensem sobre, mas é encarecedor o próprio hardware, ímãs colossais e sistema, combustível é a menor das preocupações, além de que radiação poderia ser ruim, ao voar ela já gera um campo eletromagnético massivo embaixo do corpo, é imprevisível os resultados disso com elementos radioativos decaindo.
Os próprios 4 giroscópios, cada um nas extremidades são extremamente caros por serem precisos e enormes, precisam ser imunes a bug de ricocheteamento
Que ocorre quando um giroscópio leva uma pancada muito forte e começa a enviar toneladas de dados errados um encima do outro, que ocorre nas Quicantes, fazendo a máquina começar a girar loucamente sem controle para todos os lados até explodir lançando estilhaços de toneladas para todos os lados, ele tenta comparar informações e reajustar o equilíbrio sem ter sucesso
O que não pode ocorrer na Antari 18, os giroscópios possuem aproximadamente 1 quilômetro de diâmetro e são esferas, apenas enviam dados via cabo para o sistema, mas são só bolas paradas
É mais simples do que parece a forma que isso foi corrigido, usar ímãs mais fortes para que impactos não balancem a ponto de danificar, Quicantes tem só 100 metros e não há espaço suficiente pra guardar a inércia.
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1 week, 6 days ago
23 Oct 2026 16:46 CEST
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