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Dezenove de janeiro.
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Reizinho
Reizinho's Gallery (626)

Massagem na bexiga. Bladder massage.

Vinte de janeiro.
sem_t_tulo_1.txt
Keywords male 616555, cub 121965, cat 106496, diaper 28623, bear 22881, fat 18249, urine 3472
Tive que ver o médico esses dias. Detesto elevadores com uma paixão de mil sóis, então resolvi subir as escadas. Mas eu sou gordo, infelizmente, e subir vinte andares de escada foi um verdadeiro sacrifício. Mas eu cheguei ao andar em que eu tinha que encontrar o médico, um urso peludo e gordo pra cacete, usando jaleco e um estetoscópio ao redor do pescoço. Quando entrei no consultório, sentei na maca e ele me olhou.
- Você é... - ele, sentado à sua mesa, olhou uns papeis. - Yure Kitten?
- O único... - disse, tentando recuperar o fôlego que perdi nas escadas.
- Você deveria ter vinte anos...
- Acredite, eu tenho...
Puxei minha carteira de identidade de dentro da minha fralda e andei até ele, pondo o cartão na mesa.
- Mas... você não parece ter mais que cinco anos... - ele me olhou novamente, ajustando seu par de óculos.
- Cara, me analisa; você é pago pra isso, certo? - perguntei, cruzando meus braços e enchendo minhas bochechas de ar.
Ele com certeza achou minha expressão de raiva muito bonitinha. Ele levantou-se e pediu que eu me sentasse na maca novamente. Sentei meu traseiro rechonchudo na maca. Ele levantou meus braços e tirou minhas medidas, em seguida comparou o resultado com os resultados anteriores, concluídos pelo último médico.
- Yure, você engordou, muito - ele disse.
- Eu engordei? - perguntei, agarrando um pouco do meu tecido adiposo.
- É, cara. De acordo com as medidas que eu tirei, seu peso está nove quilos acima do esperado para a sua altura.
- Puta merda!
- Isso mesmo. Cara, você está para ficar morbidamente obeso. Você faz exercício?
Pensei um pouco. De fato, a caça tem ficado mais fácil e tenho comido mais do que o que tenho caçado, já que o salário de escritor pode ser usado para adquirir algumas facilidades da cidade.
- Sim, eu caço - respondi.
- Quer dizer que você caça e depois come o que matou? - ele perguntou.
- Correto.
- Você perde peso com o esforço e o ganha logo depois... O que mais você come? Você come algo que você não caça?
- Sim, eu uso meu salário pra comprar besteira.
Ele levantou uma das sobrancelhas no momento em que eu disse "salário", não acreditando que eu trabalhava.
- Certo... - ele disse, num tom desconfiado. - Vá pra balança.
Coloquei só uma pata na balança e ela subiu para quinze quilogramas. Engoli saliva e coloquei a outra pata na balança. Ele me mediu.
- Noventa centímetros de altura, trinta e oito quilogramas - ele recitou os resultados. - Cacete, cara, é melhor parar de comer as besteiras que você come.
Fiz um sinal positivo com a cabeça. Mais alguns testes e ele me mandou embora. Fiquei meio culpado e, cá entre nós, eu gosto de ser gordinho. Mas acho que passei do nível considerado moderado. Minhas suspeitas foram confirmadas quanto olhei para as fileiras de escadas que eu teria que descer. Senti preguiça e sede. Olhei ao redor e avistei um bebedouro. Enchi minha pança de água já que a subida me exauriu completamente. Chacoalhando e farfalhando, entrei no maldito elevador, onde estava outro urso, jovem, usando coleira e bracelete, camisa preta, calça verde, sapato azul, expressão entediada típica de dezesseis. A porta fechou e o elevador começou a se mover... até que parou subitamente entre o décimo-terceiro e o décimo-segundo andar. Estávamos nós, eu e o urso, presos. Pelo menos tinha ar condicionado.
O urso marrom apertou o botão de emergência e, depois de um tempo, uma voz no interfone falou:
- Estamos com um probleminha no fornecimento de energia para essa área. Estamos tentando restabelecer. Pode levar algum tempo. Perdoem o incômodo.
O urso balançou a cabeça, em desaprovação, e sentou-se. Me sentei também, minha fralda farfalhou de novo.
- Cara, que merda... - ele disse.
- Pode crer... - respondi.
O tempo passou devagarinho... Segundos viraram minutos, minutos viraram horas e aquela minha pança cheia de água esvaziou, dando lugar a uma bexiga igualmente cheia de urina. "Não, não", pensei, "não posso usar minha fralda aqui. O que urso vai pensar?" Enquanto ainda sentado, pressionei minhas pernas uma contra a outra, minha fralda farfalhando novamente. Olhei para o urso. Sua expressão não mudava e ele continuava sentado, fazendo pose como o adolescente que era. Ou ele não precisava urinar como eu precisava ou era muito bom disfarçando. Minhas pernas começaram a roçar uma na outra, minhas patas superiores ficavam dedilhando o chão em que eu estava sentado. Nervosismo tomava conta de mim, visto que a bexiga de um filhote não tem o mesmo tamanho da de um adulto, um filhote não pode passar horas com vontade de "fazer xixi" e fingir que está tudo bem. A pressão aumentava devagarinho também, para que a tortura fosse ainda mais excruciante. Uma das minhas patas voou para a frente da minha fralda e pressionou-a, farfalhando ainda mais.
- Ei, cara - disse.
O urso olhou para mim com um olhar desinteressado.
- Quer conversar? - perguntei, desesperado por distração.
Ele me olhou de cima pra baixo e de volta.
- Por que usa fraldas sem nada por cima? - ele perguntou, sua voz sóbria e profunda. Devia ser gótico.
- Eu meio que não gasto dinheiro com roupas, senhor - respondi, tentando agir como um filhote e não como um adulto, já que um adulto que anda por aí quase pelado é um escândalo. - Só gasto meu dinheiro em comida e, mesmo assim, só quando necessário, porque eu caço.
- Ah... - ele olhou para o teto, fazendo outra pose. - Qual é a sensação de andar por aí pelado?
- Ah, é relaxante - me contorci ao dizer "relaxante", pressionando minha pata na frente da minha fralda usando minhas pernas. - Quero dizer, Fenária é um lugar quente na maior parte do ano. Além disso, eu sou barrigudinho...
- Vê-se - ele respondeu, levantando-se e espreguiçando-se, fazendo seu sangue correr com a mudança de posição. - Ficarei de pé um pouco; tô todo dormente.
- Entendo... - falei.
Eu não estava mais aguentando, eu realmente precisava urinar! Eu queria perguntar se ele se importaria se eu me molhasse, mas aí analisei a situação: fechados num elevador minúsculo que não presta, embora o ar condicionado preste por algum milagre da eletrônica. O cheiro ficaria preso e eu detesto incomodar quem não merece. Não, não. Eu tenho que aguentar.
O elevador não se movia nem um pouquinho. Estávamos ali conversando por umas duas horas, meu desespero aumentando a cada minuto. Comecei a perceber que talvez levasse mais tempo para restabelecer. a energia do que eu podia aguentar. Mas continuei prendendo minha aguinha como um herói.
Mais tempo passou, bem devagar. Meu corpo parecia pesado, minha bexiga estava tão distendida que tive que baixar um pouco a cintura da minha fralda. Comecei a choramingar baixinho por causa da pressão e eu não conseguia mais ficar parado. Eu estava em constante movimento agora, pressionando a frente da minha fralda, gemendo, ganindo, esfregando minhas pernas e respirando rápido. O urso já deveria saber que havia algo errado comigo. Eu tinha que perguntar pra ele se eu podia, mas eu não me sentia pronto. Eu precisava usar minha fralda... Como seria bom deixar a urina correr dentro da minha uretra e ensopar minha fralda, deixando-a quentinha e molhadinha... daí eu poderia esfregar a fralda contra meu bagulho e relaxar... Só de pensar nisso, meu corpo inteiro treme de frustração e sinto uma vontade forte de chorar.
- Ei, cara... - falei, minha voz deixando a pressão transparecer.
- Que é? - ele perguntou.
- Nada, não... - respondi, envergonhado.
- Cara, eu sei o que tá acontecendo - ele disse.
- Sabe?
- Sei. Olha, eu também tô com vontade, pra ser honesto. Mas não quis ser indecoroso e perguntar pra você se tinha algo errado.
- Então, você sabia...
- Só me pergunto por que você não se mijou todo ainda.
- Eu... - baixei a cabeça. - Eu tive vergonha. Não quis te incomodar.
- Cara, você deve estar morrendo de dor. Deve ser bem desconfortável se segurar por tanto tempo. Já vai fazer três horas que estamos presos.
- Então, você não se importa?
- Não.
Me sentei e tentei relaxar, pronto pra mijar. Mas, infelizmente, uma pressão irritante me impedia de deixar a urina sair.
- Não consigo com alguém olhando... - gani.
O urso mostrou um certo nível de compaixão e agachou-se ao meu lado.
- Deixa eu ajudar - ele disse, pondo a pata sobre minha barriguinha exposta. - Relaxe e deite-se de barriga pra cima.
Fiz como ele pediu, a mudança de posição adicionou pressão extra contra minha enorme bexiga. Ele sentou-se do meu lado e começou a massagear minha bexiga, uma massagem bem suave e relaxante. Me senti muito mais seguro e a urina começou a vir em pequenas porções, molhando minha fralda. Depois de cinco minutos de massagem, ele perguntou se eu tinha acabado.
- Tem um pouco mais - respondi.
A massagem continuou até que eu consegui fazer minha urine correr livremente. Senti que minha fralda ia vazar, então forcei-me a parar de urinar. Ele parou a massagem.
- Pronto? - perguntou o urso.
- Tem mais, mas eu já me sinto melhor. Deixarei o resto pra depois... - falei.
Ele fez um sinal positivo com a cabeça e afastou-se um pouco de mim.
- Eu tinha um irmãozinho igual a você, esperava até o último minuto pra mijar e depois tinha dificuldade em soltar.
"Tinha?", pensei.
- Você parece um cara legal - elogiei.
- Poxa, obrigado.
Finalmente, o elevador começou a se mover. Me levantei e segurei os lados da minha fralda, que agora estava pesada e ameaçando cair. Depois de quase três horas, saímos no térreo.
Andei meu caminho até minha casa. A caminhada demorou alguns minutos, já era noite.
Se eu não fosse tão gordo, teria usado as escadas e evitado toda essa vergonha.
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I had to see the doctors recently. I hate elevators with the strength of one thousand suns, so I decided to climb the stairs. But I'm fat, unfortunately, and climbing twenty floors of stairs was a real sacrifice. But I arrived at the place where I had to see the doctor, a fat and furry as heck bear, wearing a coat and an stethoscope around his neck. When I entered his office, I sat on the litter and he looked at me.
- Are you... - he, sat at the table, looked at some papers. - Yure Kitten?
- The only - I said, catching the breath I lost on the stairs.
- You were supposed to be twenty-year-old.
- Believe, I have...
I pulled my identity card from inside my diaper and walked towards him, putting the card on the table.
- But... you don't look like older than a five-year-old... - he looked at me again, adjusting his pair of glasses.
- Man, analyze me; you are paid for that, right? - I asked, crossing my arms and filling my cheeks with air.
He surely found my angered expression very cute. He got himself up and asked me to sit on the litter again. I sat my fatty butt on the litter. He rose my arms and got my measures, then compared the results with the previous results, concluded by another doctor.
- Yure, you are fatter, a lot - he said.
- I'm fatter? - I asked, grabbing a bit f my adipose tissue.
- Yes, man. According to the measures I took, your weight is nine kilograms over the expected for you height.
- Wow, shit!
- Exactly. Man, you could become morbidly obese. Do you practice exercises?
I thought a little. Indeed, hunting is becoming easier and I actually have eaten more than I have hunt, since my wage of writer can be used to acquire some of the city's facilities.
- Yes, I hunt - I answered.
- It means that you hunt then you eat what you killed? - he asked.
- Correct.
- You lose weight with the effort and earns it soon after... What else you eat? Do you eat something you don't hunt?
- Yes, I use my wage to buy junk.
He rose an eyebrow when I said “wage”, not believing that I worked.
- Right... - he said, in a suspicious tone. - Go to the balance.
I put only one paw on the balance and it rose to fifteen kilograms. I gulped and put the other paw on it, then he measured me.
- Ninety centimeters of height, thirty-eight kilograms – he recited the results. - Fuck, man, you better stop eating the junk you eat.
I nodded. Some more tests and he sent me off. I felt somewhat guilty and, between us, I like to be chubby. But I think I went over the level considered moderate. My suspicions were confirmed when I looked at the rows of stairs that would have to climb down. I felt laziness and thirst. I looked around and saw a fountain. I filled my gut with water, since the climbing exhausted me completely. Sloshing and crinkling, I entered in the damn elevator, where was a bear, young, using a collar and a bracelet, black shirt, green pants, blue shoes, typical bored sixteen-year-old expression. The door closed and the elevator started to move... until it stopped suddenly between the thirteenth and the twelfth floors. There we were, the bear and I, stuck. At least there was air conditioner.
The brown bear pressed the emergency button and, after some time, a voice in the inter-phone spoke:
- We have a small problem with the power supply to that area. We are trying to restore. It may take some time. Excuse the nuisance.
The bear shook his head, in disapproval, and sat. I sat as well, my diaper crinkled again.
- Dude, this is shit... - he said.
- Oh, yeah... - I answered.
Time passed slowly... Seconds became minutes, minutes became hours and my tummy full of water emptied, giving place to a bladder equally full of urine. "No, no", I thought, "I can't wet my diaper here. What will the bear think?" While still sitting, I pressed my legs against each other, my diaper crinkling again. I looked at the bear. His expression didn't change, ding poses like the teen he was. He either didn't need to pee like I needed or was really good at disguising. My legs started to rub on each other, my hand-paws tapped their fingers on the floor on which I was sitting. Nervousness was taking over me, since a cub's bladder didn't have the same size of an adult's, a cub can't wait hours desiring "to pee" and pretend it's alright. Pressure rose slowly as well, so that the torture could be more excruciating. One of my paws flew to the front of my diaper and pressed it, crinkling even more.
- Hey, dude - I said.
The bear looked at me with a disinterested look.
- Wanna talk? - I asked, desperate for distraction.
He looked at me, from up to down.
- Why do you use diapers without nothing covering yourself? - he asked, his voice sober and deep. Probably was Gothic.
- I kinda don't spend money on clothes, sir - I answered, trying to act like a cub and not like an adult, since an adult who walks around almost naked is a scandal. - I only spend my money on food and, even so, only when necessary, because I hunt.
- Ah... - he looked at the ceiling, doing another pose. - What is the sensation of walking around naked?
- Ah, it's relaxing - I squirmed when I said "relaxing", pressing my paw on my diaper front using my legs. - I mean, Fenária is a hot place most times of the year. Plus, I'm pudgy...
- Noticeable - he answered, getting up and stretching himself, causing his blood to rush with the change of position. - I'll stand for a while; I'm all numb.
- I understand - I said.
It was getting harder to hold on, I really needed to urinate! I wanted to ask if he would care if I wet myself, but I then analyzed the situation: closed in a tiny elevator that didn't work, even if the air conditioner worked for some miracle of electronic science. The smell would be stuck and I have to annoy those who doesn't deserve. No, no. I have to hold on.
The elevator didn't move a single bit. We were there, talking for about two hours, my desperation growing at every minute. I started to notice that maybe it would take more time to restore the energy than what I could endure. But I continued to retain my water like a hero.
More time passed, very slowly. My body felt heavy, my bladder was so distended that I had to lower the waistband of my diaper a little. I started to whimper lowly because of the pressure and I couldn't stand still anymore. I was in constant movement now, pressing my diaper front, moaning, whimpering, rubbing my legs together and breathing fast. The bear probably already knew that something was wrong with me. I had to ask him if I could, but I didn't feel ready. I needed to use my diaper... How good would it be to let urine run through my urethra and soak up my diaper, leaving it warm and wet... then I would be able to rub my diaper on my junk and relax... Just by thinking about it, my whole body shakes in frustration and I feel a strong desire to cry.
- Hey, dude... - I said, my voice letting my desperation clear.
- What is it? - he asked.
- Nothing, really... - I answered, ashamed.
- Man, I know what is going on - he said.
- Know?
- I know. Look, I also want to, to be honest. But I didn't want to be indecorous and ask to see if something was wrong with you.
- Then you knew...
- I just wonder why you didn't piss all over yourself yet.
- I... - I lowered my head. - I was shy. I didn't want to bother you.
- Dude you are supposed to be dying from pain. It must be really painful to hold yourself for so long. It's gonna be three hours since we got stuck.
- So, you don't care?
- No.
I sat down and tried to relax, ready to urinate. But, unfortunately, an annoying pressure kept the urine from leaving.
- I can't with someone watching... - I whimpered.
The bear showed a certain level of compassion and squatted down beside me.
- Let me help - he said, putting a paw over my exposed tummy. - Relax and lay down with your belly face-up.
I did as he said, the change in the position added extra pressure against my enormous bladder. He sat down beside me and started to massage my bladder, a soft and relaxing massaging. I felt much safer and the urine started to come in short portions, wetting my diaper. After five minutes of massage, he asked if I had finished.
- There's some more - I answered.
The massage continued until I could make my urine run freely. I felt that my diaper was going to leak, so I forced myself to stop urinating. He stopped the massage.
- Done? - asked the bear.
- There's more, but I already feel better. I'm leaving the rest for later... - I said.
He nodded and got away from me a little
- I had a little brother just like you, he used to wait until the last moment to piss and then would find it difficult to release.
"Had?", I thought.
- You seem to be a cool guy - I praised.
- Well, thank you.
Finally, the elevator started to move. I got up and held the sides of my diaper, that was now heavy and threatening to fall. After almost three hours, we left.
I walked my way to my home. It took me some minutes, it was night already.
If I wasn't so fat, I would have used the stairs and avoided all that shame.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Original in Portuguese, followed by English translation. Teplo told me I have a great English for a foreign. Why, thank you, Tep.

Keywords
male 616,555, cub 121,965, cat 106,496, diaper 28,623, bear 22,881, fat 18,249, urine 3,472
Details
Type: Writing - Document
Published: 5 years, 7 months ago
Rating: General

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AlejandraDelFuego
5 years, 7 months ago
Interesting story ^^

(((I tried for the Portugese, but there's only so much similarity. And, I don't know Spanish perfectly ^^;)))
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